O PT (Partido dos Trabalhadores) definiu a data de 1º de agosto para oficializar a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição. O evento será realizado em Brasília, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

Após a formalização e registro da candidatura, a campanha entra oficialmente em vigor no dia 16 de agosto, quando passam a ser permitidas ações como pedidos de voto, distribuição de material gráfico, comícios, carreatas e impulsionamento pago na internet.

Apesar disso, a movimentação de pré-campanha já está em curso. Lula tem ampliado viagens e agendas de governo pelo país.

Nesta sexta-feira (19), esteve em Minas Gerais para a entrega de obras. A partir de 4 de julho, no entanto, inaugurações e ações de publicidade institucional passam a ser vedadas pela legislação eleitoral.

Nos bastidores, o partido também ajusta o planejamento financeiro da campanha. A sigla decidiu destinar ao projeto eleitoral do presidente o valor máximo permitido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A estimativa é de que os candidatos à Presidência possam gastar até R$ 105 milhões no primeiro turno, com possibilidade de alcançar R$ 157 milhões em caso de segundo turno.

Além disso, o PT contará com uma fatia significativa do Fundo Eleitoral, que soma R$ 615,3 milhões disponíveis para as eleições de 2026.

Do outro lado do cenário político, o PL (Partido Liberal) pretende oficializar a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência no dia 25 de julho, em São Paulo. O parlamentar surge, segundo pesquisas, como o principal adversário de Lula na corrida eleitoral. E mais: Com presença de Flávio, PL lança André do Prado ao Senado por SP. Clique AQUI para ver. (Foto: Palácio do Planalto; Fonte: CNN)

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