O ator Bruno Gagliasso comentou nesta quinta-feira (6) a repercussão de uma reclamação feita nas redes sociais após uma situação envolvendo uma unidade do McDonald’s em Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro.

Em entrevista à coluna de Mônica Bergamo, Gagliasso afirmou que avaliou a própria postura e reconheceu que a forma como lidou com o episódio não foi adequada. Segundo ele, a publicação foi feita de maneira impulsiva e sem uma reflexão maior sobre a situação.

“Fui impulsivo e imaturo na forma como reagi, ao levar uma frustração para a internet. Não tenho nenhum problema em reconhecer isso”, afirmou o ator.

O caso aconteceu na noite de terça-feira (4), quando Gagliasso foi até uma unidade da rede de fast-food por volta das 22h50. Segundo o relato publicado inicialmente pelo artista, o estabelecimento informava que funcionaria até as 23h, mas já estaria fechado quando ele chegou ao local.

Insatisfeito, o ator decidiu compartilhar a reclamação com seus seguidores no Instagram. A publicação, porém, acabou gerando uma reação contrária nas redes sociais, com críticas de internautas que consideraram exagerada a exposição do episódio.

Alguns comentários também associaram a reclamação ao posicionamento público de Gagliasso em defesa do fim da escala de trabalho 6×1, questionando a relação entre a cobrança feita ao estabelecimento e a discussão sobre jornada dos trabalhadores.

Após a repercussão, o ator removeu a postagem. Ao falar sobre o episódio, afirmou que procura reconhecer seus próprios erros e transformar situações negativas em aprendizado, em vez de insistir em uma tentativa de justificar sua atitude.

“A gente vive um momento em que todo mundo quer ter razão. Eu prefiro aprender quando erro. E fica o aprendizado: se eu quiser um Big Mac, chego mais cedo”, declarou.

Gagliasso destacou ainda que considera importante rever comportamentos quando percebe que uma reação poderia ter sido diferente. E mais: Erika Hilton declara patrimônio de R$ 15 mil ao TSE. Clique AQUI para ver. (Foto: redes sociais; Fonte: Folha de SP; Metrópoles)

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