O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, anunciou na noite dessa quarta-feira (1º), em Brasília (DF), a escolha do ex-deputado estadual Capitão Contar como nome que vai compor a chapa ao Senado ao lado do ex-governador Reinaldo Azambuja na disputa pelas duas vagas de Mato Grosso do Sul.

O encontro que definiu a decisão contou com a presença de lideranças da sigla, entre elas os deputados federais Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Luciano Zucco (PL-RS), este último também pré-candidato ao governo do Rio Grande do Sul.

Em vídeo divulgado após a reunião, Valdemar reforçou o apoio da direção nacional ao nome escolhido. “Estou aqui recebendo o nosso comandante Contar, que é o nosso pré-candidato ao Senado Federal nessa terra maravilhosa que é Mato Grosso do Sul. Vai ter o nosso apoio, tem o apoio de todo o partido, nós estamos juntos e quero estar lá com ele no lançamento dele”, afirmou.

Capitão Contar celebrou a definição e afirmou que o foco agora será a organização da pré-campanha. “Nós vamos fazer história em Mato Grosso do Sul. Vamos construir uma bancada forte para ajudar a renovar esse país”, disse. Segundo ele, os próximos passos incluem eventos de lançamento da pré-campanha e, posteriormente, a convenção partidária que irá oficializar a candidatura.

Reinaldo Azambuja, que preside o PL no estado, também comentou a decisão e afirmou ter aguardado o cumprimento do acordo interno da legenda. “Sempre esperei que o comando nacional do PL cumprisse com o acordo feito de que o segundo nome seria escolhido entre aquele que fosse o melhor nas duas pesquisas de intenções de votos contratadas pela legenda”, declarou.

O partido realizou duas sondagens para embasar a escolha, uma delas encomendada pelo diretório estadual à Quaest e outra pelo diretório nacional ao Paraná Pesquisas. Os levantamentos foram encaminhados a Valdemar Costa Neto, ao senador Rogério Marinho (PL-RN), secretário-geral da sigla, e ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que também participou das discussões internas.

De acordo com Azambuja, o processo foi previamente autorizado pela executiva nacional em reunião realizada em Brasília, com o objetivo de avaliar de forma mais ampla o cenário eleitoral em Mato Grosso do Sul. (Foto: divulgação; Fonte: Correio do Estado)

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