
O documentário ‘A Colisão dos Destinos’, que aborda a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, entrou em cartaz nos cinemas nessa quinta-feira (14/5).
A produção tem aproximadamente 70 minutos e propõe um recorte biográfico, acompanhando desde a infância até a chegada ao Palácio do Planalto.
Embora compartilhe nomes ligados à equipe de outras produções recentes, como o de Mario Frias, o filme não tem relação com o projeto ‘Dark Horse’, produção com grandes nomes no elenco.
A obra busca apresentar uma visão mais pessoal da vida de Bolsonaro, com depoimentos de familiares, amigos próximos e aliados políticos. A narrativa aposta em elementos da vida privada do ex-presidente como forma de complementar sua trajetória pública.
Segundo a sinopse oficial, “ao invés de focar apenas nas manchetes e superficialidades, A Colisão dos Destinos convida os espectadores a compreenderem as raízes pessoais e os acontecimentos decisivos que moldaram a trajetória deste líder controverso”.
O texto promocional também destaca a intenção de oferecer “um olhar de humanização e contextualização”, equilibrando a figura pública com relatos de pessoas do círculo próximo.
A direção é assinada por Doriel Francisco, que divide o roteiro com William Alves. A produção conta ainda com participação de Mario Frias como produtor. A pré-estreia ocorreu na terça-feira (12/5), em Pernambuco.
Atualmente, o documentário está em exibição em 17 estados brasileiros, mas com distribuição limitada. Em São Paulo, por exemplo, todas as 16 salas que exibem o filme ficam fora da capital. No Distrito Federal, a exibição ocorre em apenas dois cinemas situados em regiões do entorno.
A distribuição também é fragmentada em outras unidades da federação: são nove salas em Santa Catarina, sete no Rio Grande do Sul, cinco no Espírito Santo, Bahia e Minas Gerais, quatro no Ceará, Goiás e Paraná, duas em Pernambuco, e uma em estados como Rio Grande do Norte, Roraima e Rondônia.
Os principais exibidores envolvidos são redes de menor porte, como Grupo Cine, Grupo GNC, Cine Gracher, AFA Cinemas, Cine Plus e UCI Orient, sem participação das grandes redes nacionais. Clique AQUI para comprar seu ingresso.
Nas redes sociais, o diretor Doriel Francisco afirma que o projeto não recebeu investimento em divulgação e sugere a existência de um boicote, alegando restrições ao acesso do público ao filme.
Já perfis ligados à produção incentivam o público a entrar em contato com cinemas locais para solicitar a exibição, argumentando que a demanda popular poderia ampliar a distribuição. (Foto: EBC)
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